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dungeon
beijo beso bisou bacio kiss kuß kyss kisu 



Escrito por dungette às 12h12
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Leviandades e Seriedade
Lendo as listas de discussão me deparei com um texto sobre coleiras. Aproveito então para tentar explicar minha posição, que talvez possa ter parecido conservadora. Quando me levantei contra o troca-troca de coleiras e o fiz de forma pejorativa, confesso, foi por achar pouco austero o modo como certas pessoas agem em relação a elas. O levante foi por algumas coleiras que são usadas pra " fazer ciúmes" pro ex, outras para alimentar complexo de cinderela, algumas trocam uma amizade por uma coleira, outras assumem que não há seriedade na coleira em questão, e a pior, pessoas que "largam" o bdsm hoje e amanhã estão de coleira nova. Se o Dominador dá uma coleira em sinal de posse a submissa a aceita em sinal de entrega. E eu não acredito em delivery bdsm. Tento não confundir dinamismo com leviandade. Acho estranho quem troca muito de coleira, como acho estranho quem troca muito de idéias. Uma coisa é estar aberto para novas idéias, Outra coisa é trocar de idéias toda hora. Como em tudo na vida a virtude e a dificuldade maior, penso, está no justo meio. Não me considero moralista, pelo contrário, me considero uma cadela, mas tenho um certo compromisso com meu espelho ! 
Escrito por dungette às 21h36
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16/08/1923 - 27/03/2012 A verdadeira amizade é aquela que nos permite falar, ao amigo, de todos os seus defeitos e de todas as nossas qualidades. As pessoas que falam muito, mentem sempre, porque acabam esgotando seu estoque de verdades. Como são admiráveis as pessoas que nós não conhecemos bem. Viver é desenhar sem borracha. Democracia é quando eu mando em você, ditadura é quando você manda em mim. Não devemos resisitir às tentações: elas podem não voltar. Chato...Indivíduo que tem mais interesse em nós do que nós temos nele. Esta é a verdade: a vida começa quando a gente compreende que ela não dura muito. Certas coisas só são amargas se a gente as engole. O dinheiro não dá felicidade. Mas paga tudo o que ela gasta. Jamais diga uma mentira que não possa provar. O cara só é sinceramente ateu quando está muito bem de saúde. Quem mata o tempo não é assassino mas sim um suicida. Quando todo mundo quer saber é porque ninguém tem nada com isso. Sim, do mundo nada se leva. Mas é formidável ter uma porção de coisas a que dizer adeus. De todas as taras sexuais, não existe nenhuma mais estranha do que a abstinência. Anatomia é uma coisa que os homens também têm, mas que, nas mulheres, fica muito melhor.
Escrito por dungette às 20h03
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Poney Play São cenas dentro de uma sessão ou festas BDSM, onde o bottom assume o papel equino. PoneyGirl Diz-se da praticante e da prática que consiste em transformar a escrava em égua, seja cavalgando sobre ela, seja com a utilização de charrete.
Escrito por dungette às 00h44
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Saint Patrick's Day Dia de São Patrício é a festa anual que celebra São Patrício, um dos padroeiros da Irlanda, e é normalmente comemorado no dia 17 de Março pelos países que falam a língua inglesa. Essa data é normalmente medida pela autoridade da Igreja. As pessoas vestem-se de trajes verdes, saindo as ruas em uma longa caminhada festiva. Hoje, Dia de São Patrício é provavelmente o mais amplamente comemorado dia santos no mundo. O primeiro "Saint Patrick's Festival" foi realizado no dia 17 de Março de 1996. Em 1997, tornou-se um evento de três dias, e em 2000 foi um evento de quatro dias. Em 2006, o festival durou cinco dias No passado, o Dia de São Patrício era apenas uma celebração da cerveja. Tornou-se um feriado público no ano de 1903. Com o passar dos anos a cor verde e sua ligação com o dia de São Patrício aumentou. Fitas verdes e trevos eram usados nas celebrações do dia de São Patrício no século XVII. Dizem que São Patrício usou o trevo para explicar a Santíssima Trindade aos pagãos celtas, com isso, o uso de trevos de três folhas e similares estão intimamente ligados aos festejos. Na rebelião irlandesa de 1798, na esperança de propagar seus ideais políticos, soldados irlandeses vestiram uniformes verdes no dia 17 de março na esperança de chamar a atenção pública à rebelião. A expressão irlandesa "the wearing of the green" significa usar um trevo ou então outra peça de roupa em referência aos soldados rebeldes.
Escrito por dungette às 21h27
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Jogos de Adulto
Antes de mais nada, quero enfatizar que compartilho com o que o Senhor Ruthwen diz: "O prazer é sempre pessoal e intransferível". Talvez o que vou abordar seja o mais individual dos prazeres em termos de BDSM. Muito já foi falado neste espaço sobre Dominadores & Sádicos e Lord Ruthwen, em um de seus textos apresentou uma argumentação estupenda da junção 'psico-complementar' dessas duas nomenclaturas. Partindo dessa premissa, vou falar sobre o sadismo psicológico, um mecanismo natural aos Dominadores,sendo esse, na minha opinião, mais excitante, instigante e perigoso que o sadismo físico. Digo isso por motivos óbvios,o físico sempre apresenta sinais visíveis, o que nem sempre ocorre com o psíquico, no caso de um eventual abuso. Além disso, é necessário um excelente autocontrole e conhecimento pessoal para se embarcar numa aventura como essa, uma vez que esse tipo de sadismo é um jogo unilateral. E é unilateral porque acredito não ser anseios 'casados' que movem os envolvidos numa 'relação' com esse perfil, o que coloca os participantes num 'jogo' exclusivo e solitário. Ao contrário da dominação psicológica que tem seu prazer potencializada com a doutrinação da submissa, canalizada para o prazer sexual de ambos, o sadismo psicológico tem seu ápice no prazer pessoal da conquista – pura e simples. Nele, a corrupção moral é o que conta. Não falo aqui de jogos de humilhação, falo de algo mais complexo. São valores pessoais e auto estima que são corrompidos, por isso, esse tipo de sadismo é finito em si mesmo. Um adendo: tais jogos cabem, perfeitamente, também numa relação D/s estabelecida. Outro diferencial reside no campo sexual: o sadismo psicológico não tem como meta, nem prazer, o sexo propriamente dito. Porém, muito embora sua manifestação é pessoal e egoísta, percebo que os sádicos psicológicos desenvolvem uma relação E aqui abro um parênteses para falar de uma faceta desses adoráveis 'monstros': o sádico psicológico,necessariamente, possui uma personalidade assustadoramente sedutora e encantadora. Pode ser aquele amigo acima de qualquer suspeita, aquele que faria qualquer coisa por você. O colo certo e sempre disponível e geralmente é tudo isso mesmo, além de ser extremamente inteligente, perspicaz e deter bons conhecimentos das reações da psique humana. Outro ponto: quanto mais capacitada intelectualmente for a mulher maior sua satisfação em minar sua estrutura e personalidade, na minha concepção, é o estupro emocional levado a cabo. E qual a motivação das parceiras num jogo tão nefasto? Inúmeros: desafio intelectual; superação emocional; vontade de ser vista como ' a especial, 'a diferenciada'; e, até mesmo, se superestimar ou subestimar a capacidade do parceiro. O fato é que algum motivo pessoal existe, uma vez que todas sabem que estão lidando com um sádico. E o que desencadeia esse processo num Dominador? Qualquer desafio. O prazer proporcionado pela situação criada é infinitamente maior que qualquer resquício de ética,moralidade ou afeição pela pessoa. Importante ressaltar aqui que esse tipo de jogo só é possível quando o parceiro desperta sentimentos extremos admiração ou desprezo. O grande perigo está, justamente, na discrepância de objetivos, uma vez que nesse tipo de jogo, não existirá quem se sinta responsável pelo prazer ou pelo sofrimento do outro, podendo restar como herança estragos emocionais incalculáveis. Numa rápida – e superficial – olhada enumero a sensação de culpa, por não ter sido boa suficiente para 'Ele'; e de incompetência para viver sua própria fantasia sexual. Como tudo tem seu contraponto, acredito que as 'vítimas' também encontram nessa relação sua razão de ser... ou sofrer. colombina_LR 2003

Escrito por dungette às 22h21
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Trampling Um fetiche que consiste no ato de ser pisado(a) por uma ou mais pessoas, normalmente do sexo oposto, sendo mais comum uma mulher pisando num homem. O adepto deste fetiche sente-se excitado ao ser pisado por outra pessoa, descalça ou não, em várias partes do seu corpo, como peito, barriga e até mesmo cabeça e órgãos genitais. É muito comum o uso de salto-alto pelas mulheres para a realização deste fetiche. O Trampling é muitas vezes associado ao sadomasoquismo e à podolatria. 




Escrito por dungette às 21h26
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Tolerância Quando Fidel Castro mandou fuzilar os homens que tentaram fugir de Cuba numa embarcação clandestina, meses atrás, o mundo se revoltou. Até mesmo aqueles que eram simpatizantes da política do ditador se manifestaram contra. O escritor José Saramago foi quem melhor soube sintetizar seu sentimento: “Cheguei até aqui”. Com esta simples frase, ele demonstrou qual era seu limite de tolerância. Não iria adiante com Fidel. Todos nós temos um limite de tolerância em relação a tudo. Mas nas questões amorosas este limite tende a se esticar em função das nossas carências, das nossas fantasias, da nossa esperança de que, da próxima vez, as coisas irão dar certo. Mas não dão. E não dão de novo. Até onde você pode chegar? Você teve uma relação terminada, sofreu muito, mas até hoje o cara segue seduzindo você. Você não dá a mínima, até que um dia cede, mas aí ele é que não corresponde. Você volta a ficar na sua, ele volta a seduzí-la, você resiste, resiste, resiste, até que um dia você cede de novo, marca um encontro, e ele cancela. E assim passam-se meses, anos, numa situação absurda: ele atrás de você, e quando você diz sim, ele cai fora. Se você não consegue dar um basta nisso, é porque você ainda tem tolerância pra gastar. Ela lhe telefona e você larga tudo para vê-la, mas no dia seguinte ela volta pro namorado. O sexo é ótimo entre vocês, mas quando não estão na cama, vocês não conseguem trocar meia-dúzia de frases sem brigar. Vocês adoram os mesmos filmes, os mesmos programas, são apaixonados um pelo outro, mas sexualmente há uma falta de atração total. Você se sente infeliz, mas não tem coragem de começar vida nova. Você se arrependeu de deixá-la, mas seu orgulho impede de pedir pra voltar. Até o limite do suportável. Um belo dia, depois de inúmeras repetições do mesmo erro, a gente desiste. Com tristeza pela perda, mas com alegria pela descoberta, diz pra si mesmo: “ cheguei até aqui”. E, então, a vida muda. Martha Medeiros

Escrito por dungette às 00h49
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Submissão real ou falsa? Há uma certa busca de preciosismo nas relações BDSM. Isso é fruto de quem faz as coisas direito ! Claro que se eu busco o BDSM que eu acho "certo", com ética, clareza e sendo o mais autêntica possível. Quem faz exatamente o contrário está na contramão de tudo que eu acho correto ! Acho também que pessoas bem intencionadas esperam integridade nas relações ! E mais !...Acho que um Dom falso, pode achar uma sub fake e viverem felizes pra sempre. De preferência bem longe de mim! O que acontece, ou o que eu vejo acontecer quase sempre, é que o Dom paraguaio não quer uma sub fake, ele quer uma sub genuína! E a fake sub, não quer o Dom Assuncion, ela quer um Dom sério. Não é no mínimo engraçado? E só quem já foi vítima de uma confusão dessas pode avaliar o que é você ter uma pessoa desavisada a lhe entregar um fardo ou a não dar valor a sua entrega real e sem poder avaliar o que está em jogo ! Bem, pra mim, ser submissa é a plena valorização do prazer. Servindo , tendo e dando prazer a seu Dono !

Escrito por dungette às 20h46
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Escrito por dungette às 23h33
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Escrito por dungette às 23h09
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AgulhasUm forte ingrediente para jogos de dominação psicológica é a técnica que utiliza agulhas que vai muito alem da dor. Exige não só habilidade como também uma série de cuidados desde a escolha do material, do tipo apropriado, do local a ser penetrado. Por todos esses motivos, não é uma prática recomendada para inexperientes.
Escrito por dungette às 22h32
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Ridículos... Divirto-me com alguns tipos de doms que entram nas sala de chat, mal cumprimentam e já vem teclando: "Chame-me de Senhor, vagabunda!" Como se o "Senhor" lhe outorgasse algo...algum respeito ! E quando dizemos que: "Só confiro esse tratamento ao Meu Senhor, “ou a quem reconheça como merecedor “, ouvimos (ou lemos): "Você não é submissa!" A impressão que tenho é que, pensam eles, eu deveria andar por aí, de quatro, rastejando pra humanidade, enquanto eles, de coletinho preto (por que será que dom adora colete preto???) e chicotinho em punho, usariam o "schlept" do chicote como pontuação - a mesma que não usam ao teclar! Ex: (no metrô) " Senhorita ( schlept) quero duas passagens (schlept) ida e volta (schlept)" Ah...convenhamos ... Tem coisa mais ridícula??? 
Escrito por dungette às 16h01
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Escrito por dungette às 18h39
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Senhoras e meninas ! Vamos escolher o 3º Gostoso que vai concorrer com JUAN e QUINZÉ para estar do outro lado do chicote? 
Alvaro

Crô

Daniel

Ferdinand

Gigante

Paulo ou

René ?
Escrito por dungette às 20h55
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