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dungeon


 

 

Pompoarismo

O pompoarismo é uma antiga técnica oriental, derivada do tantra, que consiste na contração e relaxamento dos músculos circunvaginais, buscando como resultado o prazer sexual. Para o domínio da técnica são realizados com o auxílio dos ben-wa, que consistem em pequenas bolas ligadas através de um cordão de nylon, conhecidas também como bolinhas tailandesas (no caso das mulheres), e na contração na musculatura no esfíncter e dos músculos do períneo (no caso dos homens). Afirma-se ainda que o pompoarismo pode ser benéfico contra incontinência urinária e na preparação do canal para partos mais fáceis.

O pompoar, no caso dos homens, está relacionado a levantar pequenos pesos, contraindo a musculatura do pênis a fim de obter melhores resultados sexuais.

 



Escrito por dungette às 11h27
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BDSM by BDSM

Leio muito sobre BDSM estar desassociado de
vínculos afetivos. Acredito que haja uma vontade
de não se envolver, como que uma defesa para
não se entregar, porque pessoas inseguras acham
que se entregando se enfraquecem.

Acho que não precisa necessariamente haver amor
entre as partes, pelo menos  não aquele amor que dizem ser único
( que também não acredito). Eu sinceramente acho
que se pode amar perdidamente “n” pessoas, cada uma
de uma maneira.
Mas , enfim...Mesmo que não haja “amor”, um
envolvimento sempre há, mesmo que não assumido.
A partir do momento que se escolhe A e não B,
já há um envolvimento!
Eu acho engraçado. Li um Dom falando que escravas
são objetos e, portanto tratadas como tal.
Bem...Eu amo todos os meus objetos.
Costumo brincar que se não estiver apaixonada pelo
dentifrício não consigo escovar os dentes.

Exageros à parte, mesmo as pessoas que não usam
meu kit intensidade, ainda que queiram
não me convencem, e creio que não se convencem !

 

 

 



Escrito por dungette às 22h27
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17/03/1945 – 19/01/1982

Era uma inquieta , à procura. Não tinha medo de entrar de cabeça nas coisas. Agora,também era uma pimentinha.Muita gente brigou com ela,não aguentava a personalidade dela.Era uma pessoa de temperamento, que não levava desaforo para casa, que respondia, que não tinha medo de fazer declarações, sempre dizia coisas interessantes.

Regina Echeverria

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por dungette às 09h49
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fantasia 

 

flor suspensa no equilíbrio que fenece

mão no gesto da carícia que aquece

sussurro em seus ouvidos de pedra

curvo a língua em ondulações de pétala

seu desejo no meu quarto imaginário

me descubro nos lençóis de orvalho

corpo sobre o seu corpo

hiato

passo a limpo meu êxtase inventado

beijo em círculo a sua boca

ausente 

mesmo assim, você sente?

 Célia Musilli 

 

 



Escrito por dungette às 22h33
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Senhoras e meninas !

 

Vamos escolher o Gostoso de

 

Fina Estampa ?

 

Alexandre

 

Edivaldo

 

Enzo

 

Guaracy

 

Juan

ou

Pereirinha

 

Quem vc quer ter do outro lado do chicote?

 

 



Escrito por dungette às 21h04
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Bondage

  Um tipo específico de fetiche, onde a principal fonte de prazer consiste em amarrar e imobilizar seu parceiro ou pessoa envolvida. Pode ou não envolver a prática de sexo com penetração Mais comumente utilizando-se cordas, podendo-se também utilizar panos, tiras elásticas e até fitas adesivas.

Nome também empregado para qualquer forma de prender a escrava, inclusive por algemas ou correntes.

 

Bondage Americano

Bondage que utiliza cordas de algodão.

Shibari

Bondage japonês, praticado com o uso de cordas específicas que deixam desenhos no corpo da dorei (escrava).

 

 



Escrito por dungette às 10h31
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Escrito por dungette às 18h21
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O MEDO

 

Penso sempre na importância do medo na minha vida.
Como seria a submissão sem medo.
E se existiria a submissão sem o medo.
Sem esse tempero fundamental,
na hora de excitação extrema,
onde os limites são expandidos e até esquecidos,
onde todos meus valores são postos a prova.
Difícil imaginar!...
É a entrega absoluta, fruto do medo e da confiança.
Pois como o Dominador, tem prazer em ver o medo,
e eu não o expresso só com meus olhos,
meu corpo recende a medo .
Eu tenho prazer em sentir o medo
e ver nos olhos dele, o prazer de presenciar
o meu medo e o prazer que este medo me causa!
Este é o ponto !...
A dialética de uma relação de dominação.

A tese e antítese.A síntese, como diria Hegel.

Ou mais ainda...A descrição exata do real, segundo Marx.

 

 



Escrito por dungette às 18h43
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Rubem Braga

 

12/01/1913

19/12/1990



"Sempre tenho confiança de que não serei maltratado na
porta do céu, e mesmo que São Pedro tenha ordem
para não me deixar entrar, ele ficará indeciso
quando eu lhe disser em voz baixa:
"Eu sou lá de Cachoeiro..."

 


Na noite de segunda-feira, 17 de dezembro de 1990, o escritor Rubem Braga reuniu um pequeno grupo de amigos, cada vez mais selecionados por ele, na sua cobertura em Ipanema. Foi uma visita silenciosa, mas claramente subentendida pelos amigos Moacyr Werneck de Castro, Otto Lara Resende e Edvaldo Pacote. Às 23h30 da noite de quarta-feira, sedado num quarto do Hospital Samaritano, Rubem Braga morreu, sozinho como desejara e pedira aos amigos.

A causa da morte foi uma parada respiratória em conseqüência de um tumor na laringe que ele preferiu não operar nem tratar quimicamente.

Rubem Braga, considerado por muitos o maior cronista brasileiro desde Machado de Assis, nasceu em Cachoeiro de Itapemirim, ES, a 12 de janeiro de 1913. Iniciou seus estudos naquela cidade, porém, quando fazia o ginásio, revoltou-se com um professor de matemática que o chamou de burro e pediu ao pai para sair da escola. Sua família o enviou para Niterói, onde moravam alguns parentes, para estudar no Colégio Salesiano. Iniciou a faculdade de Direito no Rio de Janeiro, mas se formou em Belo Horizonte, MG, em 1932, depois de ter participado, como repórter dos Diários Associados, da cobertura da Revolução Constitucionalista, em Minas Gerais — no front da Mantiqueira conheceu Juscelino Kubitschek de Oliveira e Adhemar de Barros.

Na capital mineira se casou, em 1936, com Zora Seljan Braga, de quem posteriormente se desquitou, mãe de seu único filho Roberto Braga.

Foi correspondente de guerra do Diário Carioca na Itália, onde escreveu o livro "Com a FEB na Itália", em 1945, sendo que lá fez amizade com Joel Silveira. De volta ao Brasil morou em Recife, Porto Alegre e São Paulo, antes de se estabelecer definitivamente no Rio de Janeiro, primeiro numa pensão do Catete, onde foi companheiro de Graciliano Ramos; depois, numa casa no Posto Seis, em Copacabana, e por fim num apartamento na Rua Barão da Torre, em Ipanema.

Sua vida no Brasil, no Estado Novo, não foi mais fácil do que a dos tempos de guerra. Foi preso algumas vezes, e em diversas ocasiões andou se escondendo da repressão.

Seu primeiro livro, "O Conde e o Passarinho", foi publicado em 1936, quando o autor tinha 22 anos, pela Editora José Olympio. Na crônica-título, escreveu: "A minha vida sempre foi orientada pelo fato de eu não pretender ser conde." De fato, quase tanto como pelos seus livros, o cronista ficou famoso pelo seu temperamento introspectivo e por gostar da solidão. Como escritor, Rubem Braga teve a característica singular de ser o único autor nacional de primeira linha a se tornar célebre exclusivamente através da crônica, um gênero que não é recomendável a quem almeja a posteridade. Certa vez, solicitado pelo amigo Fernando Sabino a fazer uma descrição de si mesmo, declarou: "Sempre escrevi para ser publicado no dia seguinte. Como o marido que tem que dormir com a esposa: pode estar achando gostoso, mas é uma obrigação. Sou uma máquina de escrever com algum uso, mas em bom estado de funcionamento." 

Foi com Fernando Sabino e Otto Lara Resende que Rubem Braga fundou, em 1968, a editora Sabiá, responsável pelo lançamento no Brasil de escritores como Gabriel Garcia Márquez, Pablo Neruda e Jorge Luis Borges.

Segundo o crítico Afrânio Coutinho, a marca registrada dos textos de Rubem Braga é a "crônica poética, na qual alia um estilo próprio a um intenso lirismo, provocado pelos acontecimentos cotidianos, pelas paisagens, pelos estados de alma, pelas pessoas, pela natureza."

A chave para entendermos a popularidade de sua obra, toda ela composta de volumes de crônicas sucessivamente esgotados, foi dada pelo próprio escritor: ele gostava de declarar que um dos versos mais bonitos de Camões ("A grande dor das coisas que passaram") fora escrito apenas com palavras corriqueiras do idioma. Da mesma forma, suas crônicas eram marcadas pela linguagem coloquial e pelas temáticas simples.

Como jornalista, Braga exerceu as funções de repórter, redator, editorialista e cronista em jornais e revistas do Rio, de São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife. Foi correspondente de "O Globo" em Paris, em 1947, e do "Correio da Manhã" em 1950. Amigo de Café Filho (vice-presidente e depois presidente do Brasil) foi nomeado Chefe do Escritório Comercial do Brasil em Santiago, no Chile, em 1953. Em 1961, com os amigos Jânio Quadros na Presidência e Affonso Arinos no Itamaraty, tornou-se Embaixador do Brasil no Marrocos. Mas Braga nunca se afastou do jornalismo. Fez reportagens sobre assuntos culturais, econômicos e políticos na Argentina, nos Estados Unidos, em Cuba, e em outros países. Quando faleceu, era funcionário da TV Globo. Seu amigo Edvaldo Pacote, que o levou para lá, disse: "O Rubem era um turrão, com uma veia extraordinária de humor. Uma pessoa fechada, ao mesmo tempo poeta e poético. Era preciso ser muito seu amigo para que ele entreabrisse uma porta de sua alma. Ele só era menos contido com as mulheres. Quando não estava apaixonado por uma em particular, estava apaixonado por todas. Eu o levei para a Globo... Ele escrevia todos os textos que exigiam mais sensibilidade e qualidade, e fazia isto mantendo um grande apelo popular."


Bibliografia:

CRÔNICAS:

- O Conde e o Passarinho, 1936 
- O Morro do Isolamento, 1944
- Com a FEB na Itália, 1945
- Um Pé de Milho, 1948
- O Homem Rouco, 1949
- 50 Crônicas Escolhidas, 1951
- Três Primitivos, 1954
- A Borboleta Amarela, 1955
- A Cidade e a Roça, 1957
- 100 Crônicas Escolhidas, 1958
- Ai de ti, Copacabana, 1960
- O Conde e o Passarinho e O Morro do Isolamento, 1961
- Crônicas de Guerra - Com a FEB na Itália, 1964
- A Cidade e a Roça e Três Primitivos, 1964
- A Traição das Elegantes, 1967
- As Boas Coisas da Vida, 1988
- O Verão e as Mulheres, 1990
- 200 Crônicas Escolhidas
- Casa dos Braga: Memória de Infância (destinado ao público juvenil)
- 1939 - Um episódio em Porto Alegre (Uma fada no front), 2002
- Histórias do Homem Rouco
- Os melhores contos de Rubem Braga (seleção Davi Arrigucci)
- O Menino e o Tuim
- Recado de Primavera
- Um Cartão de Paris
- Pequena Antologia do Braga

ROMANCES:

- Casa do Braga

ADAPTAÇÕES:

- O Livro de Ouro dos Contos Russos

- Os Melhores Poemas de Casimiro de Abreu (Seleção e Prefácio)

- Coleção Reencontro Audiolivro - Cirano de Bergerac - Edmond Rostand

- Coleção Reencontro: As Aventuras Prodigiosas de Tartarin de Tarascon Alphonse Daudet

- Coleção Reencontro: Os Lusíadas - Luis de Camões (com Edson Braga)

TRADUÇÃO:

Antoine de Saint-Exupéry - Terra dos Homens.

SOBRE O AUTOR:

- Na Cobertura de Rubem Braga - João Castello
- Rubem Braga - Jorge de Sá
- Rubem Braga - Um cigano fazendeiro do ar - Marco Antonio de Carvalho

Visite a casa do autor em
www.overmundo.com.br/guia/casa-dos-braga

No volume publicado, também de crônicas, "As Coisas Boas da Vida", em 1988, Rubem Braga enumera, no texto que dá título ao livro "as dez coisas que fazem a vida valer a pena". A última delas: "Pensar que, por pior que estejam as coisas, há sempre uma solução, a morte — o assim chamado descanso eterno".


Dados obtidos em sítios da Internet, livros do autor e em trabalhos realizados por Luciano Trigo e João Máximo no jornal "O Globo".

 

 



Escrito por dungette às 00h20
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Avenida Paulista

 

Ela prende mais o casaco, levanta a gola e continua a caminhar.

Sente o vento forte e frio no rosto, cortando o corpo,

resvalando nas pernas. Os letreiros coloridos enfeitam a noite,

a garoa fina torna o céu rosado. Os cabelos amarrados

estão úmidos , e ela caminha, maravilhada, junto ao meio fio

As pistas  cintilam e têm as marcas sinuosas das rodas ; é tarde,

o movimento é pouco. Ela levanta a cabeça e fareja o ar. Adora

aquele cheiro molhado , a sensação que a avenida lhe dá,

o ir andando para o nunca mais. Sua cidade enorme, tão amada,

tão desumana e tão doce, com seus edifícios altos como algozes

vigilantes. A Paulista está entranhada em suas veias, um caso

de amor, quase o desenrolar da vida. Ela vai caminhando,

cadenciada, como se sentisse o roçar da pele em cada

pedacinho, em cada quarteirão e percebesse o asfalto 

se estendendo dentro dela como um fio que a conduzisse

através de um labirinto. Suspirando sente mais forte ainda

o rasgar do vento.

Quase geme, arrepiada,  quando um pequeno rio de água

se esgueira pela gola e lhe escorrega nos seios. O casaco,

colado às pernas é uma carícia. Ela ofega, aperta o passo

e  vai desaparecendo no horizonte da memória,

engolida pela saudade da sua terra.

 

inquieta e nua

 

 

 

 

 



Escrito por dungette às 16h48
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China Hamilton

 

 

 

benvindos à nova masmorra ...



Escrito por dungette às 16h48
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