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 D? uma nota para meu blog


 
 

 Anninha do Leonardo
 Bela
 Celia
 Kleiton
 MMP - Masmorra do Mestre Paulo
 maria{SS}
 Teimosa





the dungeon


 

 

 

Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais

amargas, das drogas mais poderosas, das idéias

mais insanas, dos pensamentos mais complexos,

dos sentimentos mais fortes… tenho um apetite

voraz e os delírios mais loucos.


Você pode até me empurrar de um penhasco

que eu vou dizer:

- E daí? Eu adoro voar!

Não me dêem fórmulas certas, porque eu não

espero acertar sempre. Não me mostrem o que

esperam de mim, porque vou seguir meu coração.

Não me façam ser quem não sou. Não me convidem

a ser igual, porque sinceramente sou diferente.

Não sei amar pela metade. Não sei viver de mentira.

Não sei voar de pés no chão. Sou sempre eu mesma,

mas com certeza não serei a mesma pra sempre.


Clarice Lispector

 

 

 

 



Escrito por dungette ?s 11h43
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Eu queria tanto ser a escrava que espera

Apanhar tanto quanto queira

Aguentar seu sadismo

Comprar os objetos todos de seu desejo

Poder tirar  todas as fotos que  gosta

Ter o dia todo disponível para os encontros

Arrumar as escravas extras que deseja

Eu queria tanto merecer ser sua

 

 



Escrito por dungette ?s 23h52
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Victor-Marie Hugo

26/02/1802

22/05/1885

 

Escritor e poeta francês de grande atuação política em seu

país. É autor de Les Misérables , sua melhor peça

e de Notre-Dame de Paris, entre diversas outras obras.

Filho de Joseph Hugo e de Sophie Trébuchet, nasceu em

Besançon, no Doubs, mas passou a infância em Paris.

Estadas em Nápoles e na Espanha acabaram por

influenciar profundamente sua obra. Funda com seus

irmãos em 1819 uma revista, o Conservateur littéraire

(Conservador literário), que já chama a atenção para

o seu talento. No mesmo ano, ganha o concurso da

Académie des Jeux Floraux.

O seu primeiro recolhimento de poemas, Odes,

é publicado em 1822: tem então vinte e sete anos.

Com Cromwell, publicado em 1827, alcança o sucesso.

No prefácio deste drama em versos, que não foi encenado

enquanto esteve vivo, opõe-se às convenções clássicas,

em especial à unidade de tempo e à unidade de lugar.

Tem, até uma idade avançada, diversas amantes, sendo a mais famosa Juliette Drouet, atriz sem talento que lhe dedica a sua vida, e a quem ele escreve numerosos poemas. Ambos passavam juntos o aniversário do seu encontro e preenchiam, nesta ocasião, ano após ano, um caderno comum que nomeavam o Livro do aniversário.Criado por sua mãe no espírito da monarquia, acaba por se convencer, pouco a pouco, do interesse da democracia ("Cresci", escreve num poema onde se justifica). A sua idéia é que "onde o conhecimento está apenas num homem, a monarquia se impõe." "Onde está num grupo de homens, deve fazer lugar à aristocracia. E quando todos têm acesso às luzes do saber, então vem o tempo da democracia". Tendo se tornado favorável a uma democracia liberal e humanitária, é eleito deputado da Segunda República

em 1848, e apóia a candidatura do "príncipe Louis-Napoléon".

Exila-se após o golpe de Estado de 2 de Dezembro

de 1851, que condena vigorosamente por razões morais em "Histoire d'un crime".

Durante o Segundo Império, em oposição a Napoléon III,

vive em exílio em Jersey, Guernsey e Bruxelas. É um

dos únicos proscritos a recusar a anistia decidida

algum tempo depois:

« Et s'il n'en reste qu'un, je serai celui-là »

("e se sobra apenas um, serei eu").

Com a morte da sua filha, Leopoldina, começa a descobrir

e investigar experiências espíritas relatadas numa obra diferente nomeada "Les tables tournantes de Jersey".

De acordo com seu último desejo, seu corpo é

depositado em um caixão humilde que é enterrado no Panthéon. Tendo ficado vários dias exposto sob o Arco do Triunfo, estima-se que 1 milhão de pessoas vieram lhe prestar uma última homenagem.

 



Escrito por dungette ?s 15h06
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Desejo primeiro que você ame,
E que amando, também seja amado.
E que se não for, seja breve em esquecer.
E que esquecendo, não guarde mágoa.
Desejo, pois, que não seja assim,
Mas se for, saiba ser sem desesperar.
Desejo também que tenha amigos,
Que mesmo maus e inconseqüentes,
Sejam corajosos e fiéis,
E que pelo menos num deles
Você possa confiar sem duvidar.
E porque a vida é assim,
Desejo ainda que você tenha inimigos.
Nem muitos, nem poucos,
Mas na medida exata para que, algumas vezes,
Você se interpele a respeito
De suas próprias certezas.
E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo,
Para que você não se sinta demasiado seguro.
Desejo depois que você seja útil,
Mas não insubstituível.
E que nos maus momentos,
Quando não restar mais nada,
Essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.
Desejo ainda que você seja tolerante,
Não com os que erram pouco, porque isso é fácil,
Mas com os que erram muito e irremediavelmente,
E que fazendo bom uso dessa tolerância,
Você sirva de exemplo aos outros.
Desejo que você, sendo jovem,
Não amadureça depressa demais,
E que sendo maduro, não insista
em rejuvenescer
E que sendo velho, não se dedique ao desespero.
Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e
É preciso deixar que eles escorram por entre nós.
Desejo por sinal que você seja triste,
Não o ano todo, mas apenas um dia.
Mas que nesse dia descubra
Que o riso diário é bom,
O riso habitual é insosso e o riso constante é insano.
Desejo que você descubra ,
Com o máximo de urgência,
Acima e a respeito de tudo, que existem oprimidos,
Injustiçados e infelizes, e que estão à sua volta.
Desejo ainda que você afague um gato,
Alimente um cuco e ouça o joão-de-barro
Erguer triunfante o seu canto matinal
Porque, assim, você se sentirá bem por nada.
Desejo também que você plante uma semente,
Por mais minúscula que seja,
E acompanhe o seu crescimento,
Para que você saiba de quantas
Muitas vidas é feita uma árvore.
Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro,
Porque é preciso ser prático.
E que pelo menos uma vez por ano
Coloque um pouco dele
Na sua frente e diga `Isso é meu`,
Só para que fique bem claro quem é o dono de quem.
Desejo também que nenhum de seus afetos morra,
Por ele e por você,
Mas que se morrer, você possa chorar
Sem se lamentar e sofrer sem se culpar.
Desejo por fim que você sendo homem,
Tenha uma boa mulher,
E que sendo mulher,
Tenha um bom homem
E que se amem hoje, amanhã e nos dias seguintes,
E quando estiverem exaustos e sorridentes,
Ainda haja amor para recomeçar.
E se tudo isso acontecer,
Não tenho mais nada a te desejar. 
  

Victor Hugo



Escrito por dungette ?s 14h59
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Avenida Paulista

 

Ela prende mais o casaco, levanta a gola e continua a caminhar.

Sente o vento forte e frio no rosto, cortando o corpo,

resvalando nas pernas. Os letreiros coloridos enfeitam a noite,

a garoa fina torna o céu rosado. Os cabelos amarrados

estão úmidos , e ela caminha, maravilhada, junto ao meio fio

As pistas  cintilam e têm as marcas sinuosas das rodas ; é tarde,

o movimento é pouco. Ela levanta a cabeça e fareja o ar. Adora

aquele cheiro molhado , a sensação que a avenida lhe dá,

o ir andando para o nunca mais. Sua cidade enorme, tão amada,

tão desumana e tão doce, com seus edifícios altos como algozes

vigilantes. A Paulista está entranhada em suas veias, um caso

de amor, quase o desenrolar da vida. Ela vai caminhando,

cadenciada, como se sentisse o roçar da pele em cada

pedacinho, em cada quarteirão e percebesse o asfalto 

se estendendo dentro dela como um fio que a conduzisse

através de um labirinto. Suspirando sente mais forte ainda

o rasgar do vento.

Quase geme, arrepiada,  quando um pequeno rio de água

se esgueira pela gola e lhe escorrega nos seios. O casaco,

colado às pernas é uma carícia. Ela ofega, aperta o passo

e  vai desaparecendo no horizonte da memória,

engolida pela saudade da sua terra.

 

inquieta e nua

 

 



Escrito por dungette ?s 16h35
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Senhoras e meninas :

Vamos escolher o 2º GOSTOSO

de

A Caminho das Índias?

Quem você acha que deve

concorrer  com

BAHUAN

para estar do outro lado do chicote?

 

Indra

 

Karan   

 

Komal

 

Manu

 

Murilo

ou

Opash ?

 

 



Escrito por dungette ?s 17h02
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BDSM by BDSM


Leio muito sobre BDSM estar desassociado de
vínculos afetivos. Acredito que haja é uma vontade
de não se envolver, como que uma defesa para
não se entregar, porque pessoas inseguras acham
que se entregando se enfraquecem
...tsc...tsc. ...tsc...
Acho que não precisa necessariamente haver amor
entre as partes, ou não aquele amor que dizem ser único
( e que também não acredito). Eu sinceramente acho
que se pode amar perdidamente “n” pessoas, cada uma
de uma maneira.
Mas , enfim...Mesmo que não haja “amor”, um
envolvimento sempre há, mesmo que não assumido.
A partir do momento que se escolhe A e não B,
já há um envolvimento!
Eu acho engraçado. Li um Dom falando que escravas
são objetos e, portanto tratadas como tal.
Bem...Eu amo todos os meus objetos.
Costumo brincar que se não estiver apaixonada pelo
dentifrício não consigo escovar os dentes.

Exageros à parte, mesmo as pessoas que não usam
meu kit intensidade, ainda que queiram
não me convencem, e creio que não SE convencem !

 

 

 

 



Escrito por dungette ?s 00h38
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