03/01/2010 a 09/01/2010
 27/12/2009 a 02/01/2010
 13/12/2009 a 19/12/2009
 22/11/2009 a 28/11/2009
 15/11/2009 a 21/11/2009
 08/11/2009 a 14/11/2009
 01/11/2009 a 07/11/2009
 18/10/2009 a 24/10/2009
 11/10/2009 a 17/10/2009
 04/10/2009 a 10/10/2009
 27/09/2009 a 03/10/2009
 20/09/2009 a 26/09/2009
 13/09/2009 a 19/09/2009
 30/08/2009 a 05/09/2009
 23/08/2009 a 29/08/2009
 16/08/2009 a 22/08/2009
 09/08/2009 a 15/08/2009
 02/08/2009 a 08/08/2009
 26/07/2009 a 01/08/2009
 19/07/2009 a 25/07/2009
 12/07/2009 a 18/07/2009
 05/07/2009 a 11/07/2009
 28/06/2009 a 04/07/2009
 21/06/2009 a 27/06/2009
 14/06/2009 a 20/06/2009
 07/06/2009 a 13/06/2009
 17/05/2009 a 23/05/2009
 10/05/2009 a 16/05/2009
 03/05/2009 a 09/05/2009
 26/04/2009 a 02/05/2009
 19/04/2009 a 25/04/2009
 12/04/2009 a 18/04/2009
 05/04/2009 a 11/04/2009
 29/03/2009 a 04/04/2009
 22/03/2009 a 28/03/2009
 15/03/2009 a 21/03/2009
 08/03/2009 a 14/03/2009
 01/03/2009 a 07/03/2009
 22/02/2009 a 28/02/2009
 15/02/2009 a 21/02/2009
 08/02/2009 a 14/02/2009
 01/02/2009 a 07/02/2009


 D? uma nota para meu blog


 
 

 Anninha do Leonardo
 Bela
 Celia
 Kleiton
 MMP - Masmorra do Mestre Paulo
 maria{SS}
 Teimosa





the dungeon


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por dungette ?s 12h53
[ ] [ envie esta mensagem ]



 

 

 

O Mestre sai novamente e volta empurrando
uma mesinha de aço inox, usada em
instrumentação cirúrgica. A mesa tem
dois andares.No andar de cima vê-se um
pano branco bem esticado, e sobre o pano
diversos objetos aterrorizam Lorna.O
primeiro objeto que chama a atenção da
escrava é seu conhecido dilatador. Ela
já havia visto antes, nas mãos de seu
Mestre, mas nunca o havia usado. Lorna
olha então para o resto do conjunto de
instrumentos, uma mistura de instrumentos
usados em ginecologia e em cirurgia.
Inclusive, lá estão diversos bisturis
e instrumentos de aspecto perigoso.
Lorna sente medo e isso a excita. Na
prateleira inferior da mesinha, ela
consegue identificar objetos de seu
cotidiano: legumes, frutas, uma caixa
de camisinhas, e mais alguns objetos
que ela não consegue reconhecer.

O Senhor se volta para Lorna e diz:
- Vou começar a sessão.

lorna {TC}



Escrito por dungette ?s 18h01
[ ] [ envie esta mensagem ]



 

 

 

 

 

 

 

 

 

 A Rosa de Hiroshima

64 anos

 



Escrito por dungette ?s 11h22
[ ] [ envie esta mensagem ]



 

 

Os Bombardeamentos de Hiroshima foi um  ataque nucleare

ocorrido no final da Segunda Guerra Mundial contra o

Império do Japão realizado pela Força Aérea dos Estados

Unidos da América na ordem do presidente americano

Harry S. Truman no dia 6 de agosto. Após seis meses de

intenso bombardeio em 67 outras cidades japonesas, a

bomba atômica "Little Boy" caiu sobre Hiroshima numa

segunda-feira. Três dias depois, no dia 9, a "Fat Man" c

aiu sobre Nagasaki. Historicamente, estes são até agora

os únicos ataques onde se utilizaram armas nucleares.

As estimativas do número total de mortos variam entre

140 mil e 220 mil, sendo algumas estimativas

consideravelmente mais elevadas quando são

contabilizadas as mortes posteriores devido à exposição

à radiação. Mais de 90% dos mortos eram civis.

As explosões nucleares, a destruição das duas cidades e as

centenas de milhares de mortos em poucos segundos

levaram o Império do Japão à rendição incondicional em

15 de agosto de 1945, com a subsequente assinatura oficial

do armistício em 2 de setembro na baía de Tóquio e o fim

da II Guerra Mundial.

O papel dos bombardeios atômicos na rendição do Japão,

assim como seus efeitos e justificações, foram submetidos

a muito debate. Nos EUA, o ponto de vista que prevalece

é que os bombardeios terminaram a guerra meses mais

cedo do que haveria acontecido, salvando muitas vidas

que seriam perdidas em ambos os lados se a invasão

planejada do Japão tivesse ocorrido. No Japão, o público

geral tende a crer que os bombardeios foram desnecessários,

uma vez que a preparação para a rendição já estava em

progresso em Tóquio. Pela grande quantidade de vítimas

civis, o bombardeamento tem sido considerado por uma

minoria de entidades como um genocídio ou crime contra

a humanidade, embora os países e a ONU normalmente à

considerem um ato de bárbarie, nunca as classificaram

nestes  termos.

 



Escrito por dungette ?s 11h19
[ ] [ envie esta mensagem ]



 

 

 

Primeiro ato

 

falo do falo do afeto

delicadeza

de se alisar com a mão

como se colhe o fruto improvável

até o sumo à espera

verter no ato da devoração

 

falo do falo do afeto

aos homens loucos

aos homens poucos

aos homens vão

 

Célia Musilli 

 



Escrito por dungette ?s 13h38
[ ] [ envie esta mensagem ]



 

 

 

Senhores e meninos !

Eleita  a quinta GOSTOSA

de

Caminho das Índias ?

 

RANI

 

Que concorrerá com

 

Camila , Chiara ,  Gaby  e Maya

 

 

para estar do outro lado do chicote !

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A bela atriz acreana, que chamou a atenção de todos como a Ritinha da

minissérie Amazônia, está fazendo jornada dupla. Escalada para

a próxima novela das oito, Caminho da Índias, Brendha Haddad

e o resto do elenco estão fazendo um workshop intensivo, sobre

os costumes e a cultura indianos. Isso, durante todo o dia. À noite,

ela segue para a faculdade, onde cursa Direito.
 
Aos 22 anos de idade, Brendha saiu do Acre para viver sozinha

no Rio de Janeiro, após o fim da minissérie Amazônia, e assim

consolidar sua carreira de atriz. Mas, fez questão de transferir

 o curso de Direito para a Cidade Maravilhosa.

"Falta mais um ano e meio para eu concluir. Mas, acho que

vou ter que trancar, no próximo semestre, por causa da

novela", revela a bela. 
 
Em Caminho das Índias, Brendha viverá Rani, uma mulher casada

com o personagem de Ricardo Tozzi, irmão da protagonista J

uliana Paes e nora de Osmar Prado e Nívea Maria.

Para esse papel, a atriz está tendo aulas de ioga, de gestual, religião

e diversos outros assuntos. Até mesmo as roupas e a indumentária

utilizada pelas indianas merecem atenção especial.





Escrito por dungette ?s 13h22
[ ] [ envie esta mensagem ]



 

 

 

   Olha...
   Se eu quisesse  “uns tapas”, como você disse,  seria fácil !
   Qualquer domzinho me satisfaria,
   pois eu nem sou  muito exigente !
   Se eu fosse "masoka", mais   fácil ainda,
   qualquer sádico sabe bater principalmente em
   quem quer apanhar!

   O problema é que eu quero mais !
   Eu quero beijo na boca, abraço e atenção !...

   Mas até isso não é difícil ,

  pois você sabe , que isso eu também tenho !

   O problema é que eu quero os seus tapas,

   os seus beijos, os seus abraços,a sua atenção!

   Eu quero VOCÊ !

   E esse é o meu grande problema !



Escrito por dungette ?s 19h12
[ ] [ envie esta mensagem ]



 

 

 

O contrário do Amor

O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco, isso se aprende antes de entrar na escola. Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio. Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença.

O que seria preferível, que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente? Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência? O ódio é também uma maneira de se estar com alguém. Já a indiferença não aceita declarações ou reclamações: seu nome não consta mais do cadastro.

Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor.

Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bung-jump, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada.

Uma criança nunca experimentou essa sensação: ou ela é muito amada, ou criticada pelo que apronta. Uma criança está sempre em uma das pontas da gangorra, adoração ou queixas, mas nunca é ignorada. Só bem mais tarde, quando necessitar de uma atenção que não seja materna ou paterna, é que descobrirá que o amor e o ódio habitam o mesmo universo, enquanto que a indiferença é um exílio no deserto.

Martha Medeiros

 

 



Escrito por dungette ?s 13h28
[ ] [ envie esta mensagem ]



[ ver mensagens anteriores ]