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 D? uma nota para meu blog


 
 

 Anninha do Leonardo
 Bela
 Celia
 Kleiton
 MMP - Masmorra do Mestre Paulo
 maria{SS}
 Teimosa





the dungeon


 

 

 



Com os dedos hábeis o Mestre separa bem os lábios
externos, deixando Lorna mais exposta ainda.
Começa a forçar a abertura, observando toda a
região, inspecionando realmente cada detalhe.
O Mestre percebe a excitação de Lorna, que,
logo no início da sessão, encontra-se ensopada.
O Senhor interrompe o exame e diz:
-Não me lembro de ter permitido que se excitasse
ainda. Como ousa ter prazer sem minha permissão?
Sem saber o que fazer, a escrava abaixa a cabeça
ruborizada. Odiava desagradar seu Mestre ,
mas como não se excitar estando nas mãos dele?
O Mestre continuava a fitá-la sério.
O medo tomou conta de todo seu corpo
e Lorna começa a chorar compulsivamente.
Não era a primeira vez que isso acontecia,
não conseguia controlar o tesão.
E o Mestre sempre a castigava com rigor.
Ela já sabia o que a esperava.

lorna {TC}

 

 



Escrito por dungette ?s 11h34
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Le Corbusier

06/10/1887

27/08/1965

 

Charles-Edouard Jeanneret-Gris, mais conhecido pelo pseudónimo de Le Corbusier, (La Chaux-de-Fonds, 6 de Outubro de 1887Roquebrune-Cap-Martin, 27 de Agosto de 1965) foi um arquiteto, urbanista e pintor francês de origem suíça. É considerado juntamente com Frank Lloyd Wright, Alvar Aalto, Mies van der Rohe e Oscar Niemeyer, um dos mais importantes arquitectos do século XX.

 

Aos 29 anos mudou-se para Paris, onde adoptou o seu pseudónimo, que foi buscar ao nome do seu avô materno. A sua figura era marcada pelos seus óculos redondos de aros escuros. Morreu por afogamento em 27 de agostode 1965.

(continua)

 



Escrito por dungette ?s 14h46
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A importância de Le Corbusier advém, em grande parte, do seu enorme poder de síntese.

Nas viagens que fez a várias partes do mundo, Le Corbusier contactou com estilos diversos, de épocas diversas. De todas estas influências, captou aquilo que considerava essencial e intemporal, reconhecendo em especial os valores da arquitetura clássica grega, como da  Acrópole de Atenas.

 

Le Corbusier projectou a sua primeira casa com dezoito anos, em 1905, na sua cidade natal, La Chaux-de-Fonds, conhecida pela produção de relógios. Nasceu numa família calvinista, onde recebeu uma formação moral que acentuava os contrastes entre o Bem e o Mal. Kenneth Frampton defende que esta atitude mental tê-lo-ia influenciado no sentido da "dialéctica" presente na sua obra (o diálogo entre o sólido e o vazio, a luz  e a sombra).

Em  1907, ano em que também conheceu Tony Garnier, Le Corbusier faz uma viagem de dois meses e meio em Itália: Milão, Florença (em setembro), Siena, Bolonha, Pádua e Veneza (de outubro a inícios de novembro). Parte, de seguida, para Viena (onde fica 4 meses), via  Budapeste.

Da visita a Itália, a influência mais marcante será, sem dúvida, a que realizou na Cartuxa de Ema. Aqui, fica impressionado pela forma como a organização do espaço expressa as suas preocupações sócio-políticas (socialismo utópico): o local onde o silêncio e a solidão se conjugam com o contacto diário entre os indivíduos.

(continua)

 



Escrito por dungette ?s 14h43
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Notre Dame du Haut

Ronchamp - França

1954

Em  La Chaux-de-Fonds fará a aplicação prática das sua reflexões em relação a esta viagem, através de um projecto para uma escola de artes, onde, usando betão (concreto, no Brasil) armado, se dispunham três alas de ateliers (como as células do convento) em volta de um espaço comunitário coberto por uma pirâmide de vidro. Nota-se neste projecto (não construído) a razão por que Corbusier ficou tão impressionado com a Cartuxa de Ema, em Galluzo. As ideias socialistas já tinham, efectivamente, sido concretizadas arquitectonicamente por Jean-Baptiste André Godin, no seu Familistério. Esta foi a primeira vez que Le Corbusier sintetizava um modelo "clássico" de arquitectura segundo as suas ideias de funcionalidade. Mais tarde, a experiência da cartuxa de Ema estará presente, de forma disseminada e reformulada, em outros dos seus projectos, como as "cidades" que imaginou ou, de forma mais directa, no seu Immeuble-Villa de  1922.

Em 1910 , a escola de artes de La Chaux-de-Fonds envia Corbu (diminutivo muito usado) para a Alemanha, onde deveria estudar os novos movimentos de artes aplicadas. Le Corbusier escreverá, em consequência, um livro, "Estudo sobre o movimento de arte decorativa na Alemanha", que será publicado na sua terra natal a 1912. Em Berlim que entrará em contacto com Peter Behrens (com quem trabalha durante cinco anos), Walter Gropius e Mies Van Der Rohe.

Em 1911, ainda na Alemanha, encontra-se com Heinrich Tessenow, autor da cidade jardim de Hellerau. Duas das obras de Le Corbusier na sua terra natal, a Villa Jeanneret Perret (1912) e o Cinema Scala (1916) manifestarão uma grande influência deste arquiteto  e de Behrens

(continua)

 



Escrito por dungette ?s 14h42
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Em maio desse ano dirige-se para Dresden, de onde parte para a sua famosa "voyage d'Orient": Praga, Viena, Budapeste, Belgrado, Bucareste, Veliko Tarnovo, Gabrovo, Kasanlik, Istambul, Monte Athos, Atenas e sul de Itália. Foi acompanhado pelo seu amigo Auguste Klipstein. Ao longo desta viagem, documentada por diversos artigos, esboços, fotografias, irá desenvolver a sua perspectiva pessoal sobre a arte arquitectónica. A viagem resultará num livro, intitulado Voyage d'Orient (Viagem ao Oriente). A arquitectura turca terá, também, a sua influência nas teorias que defenderá. A Villa Schwob, em La Chaux-de-Fonds, chamada popularmente de "Villa Turca" é o exemplo mais flagrante (chega a insinuar a existência de um  harém).

Os seus célebres "cinco pontos para uma nova arquitectura" estão claramente influenciados pelas referência orientais. Mais tarde, em 1931, ao visitar Espanha e, posteriormente, a Argélia e Marrocos, a sua tendência oriental reafirma-se, tanto nos projectos como nos textos que  legou.

O uso da fachada livre e da planta livre (resultado directo da aplicação das estruturas por ele defendidas), presentes nos "cinco pontos" advém também da arquitectura oriental que propõe um átrio central que marca e determina a circulação e a disposição dos espaços e fachadas. Os próprios terraços, como na Villa Savoye são reminiscências da arquitectura do norte da  África.

As suas  noções de clareza das superfícies e precisão na disposição dos volumes, que estarão presentes no purismo, são também já pressentidos por Corbusier neste género de arquitectura tradicional. As paredes brancas de Argel parecem-lhe uma manifestação da própria natureza. Os seus estudos sobre a posição estratégica dos monumentos islâmicos em relação à topografia são determinantes, também, para as suas concepções sobre a forma como a arquitectura se relaciona e encoraja essa relação com a natureza.

(continua)

 



Escrito por dungette ?s 14h40
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Em 1929 e 1936 fará outras duas viagens - que o influenciarão, ao mesmo tempo que denotam a influência que ele próprio já tem - à América do Sul. Inserida na altura em que desenvolvia o projecto da sua Ville Radieuse, a primeira destas viagens proporcionou-lhe a experiência de ver o Rio de Janeiro a partir do ar, guiado pelos aviadores Antoine de Saint-Exupéry e Mermoz. A disposição da cidade, entalada entre o mar e o relevo escarpado de origem vulcânica sugeriu-lhe a ideia de uma cidade-viaduto (cidade linear). Pensou, mesmo, para o Rio de Janeiro, uma estrada a acompanhar a costa, a cerca de 100 metros de altura, abrigando, debaixo dela, quinze andares com possibilidade para criar habitações. Algo semelhante foi pensado para Argel (o projecto Obus - por formar uma curva que se assemelhava à trajectória de uma granada). Este género de cidade foi, depois, adoptado por arquitectos vanguardistas, defensores da anarquia, como Yona Friedman e  Nicholaas Habranken.

Le Corbusier lançou, em seu livro Vers une architecture (Por uma arquitetura, na tradução em português), as bases do movimento moderno de características funcionalistas. A pesquisa que realizou envolvendo uma nova forma de enxergar a forma arquitetônica baseado nas necessidades humanas revolucionou (juntamente com a atuação da Bauhaus na Alemanha) a cultura arquitetônica do mundo inteiro.

Sua obra, ao negar características histórico-nacionalistas, abriu caminho para o que mais tarde seria chamado de international style ou estilo internacional, que teria representantes como Ludwig Mies van der Rohe, Walter Gropius, e Marcel Breuer. Foi um dos criadores dos CIAM (Congrès Internationaux d'Architecture Moderne).

(continua)

 



Escrito por dungette ?s 14h39
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a sua influência estendeu-se principalmente ao urbanismo. Foi um dos primeiros a compreender as transformações que o automóvel exigiria no planejamento urbano. A cidade do futuro, na sua perspectiva, deveria consistir em grandes blocos de apartamentos assentes em pilotis, deixando o terreno fluir debaixo da construção, o que formaria algo semelhante a parques de estacionamento. Grande parte das teorias arquitectónicas de Le Corbusier foram adoptadas pelos construtores de apartamentos nos Estados Unidos.

Le Corbusier defendia, jocosamente, que, "por lei, todos os edifícios deviam ser brancos", criticando qualquer esforço artificial de ornamentação. As estruturas por ele idealizadas, de uma simplicidade e austeridade espartanas, nas cidades, foram largamente criticadas por serem monótonas e desagradáveis para os peões. A cidade de Brasília foi concebida segundo as suas teorias.

Depois da sua morte, os seus detractores têm aumentado o tom das críticas, apelidando-o de inimigo das cidades. É, no entanto, absolutamente, um nome de referência na história da arquitectura  contemporânea.

(continua)

 



Escrito por dungette ?s 14h38
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Entre as as contribuições de Le Corbusier à formulação de uma nova linguagem arquitetônica para o século XX se encontram estes cinco pontos, formalizados no projeto da "Villa Savoye”.

Construção sobre pilotis.

 

 

Ao tomar todas as construções suspensas, cria-se no ambiente urbano uma perspectiva nova. Uma inédita relação "interno-externo" criar-se-ía entre observador e morador.

Terraço-jardim.

Não mais os telhados do passado. Com o avanço técnico do concreto-armado, seria possível aproveitar a última laje da edificação como espaço de  lazer.

Planta-livre da estrutura - Consequências do tópico anterior. Os pilares devem ser projetados internamente às construções, criando recuos nas lajes de forma a tornar o projeto das aberturas o mais flexível. Deveriam ser abolidos quaisquer resquícios de ornamentação.

Janela em fita - Localizada a uma certa altura, de um ponto ao outro da fachada, de acordo com a melhor orientação solar.

 

 

 

Villa Savoye

A Casa da Cascata

Poissy - França

1928

 

 



Escrito por dungette ?s 14h37
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SINTO VERGONHA DE MIM
 
Sinto vergonha de mim
por ter sido educador de parte desse povo,
por ter batalhado sempre pela justiça,
por compactuar com a honestidade,
por primar pela verdade
e por ver este povo já chamado varonil
enveredar pelo caminho da desonra.
 
Sinto vergonha de mim
por ter feito parte de uma era
que lutou pela democracia,
pela liberdade de ser
e ter que entregar aos meus filhos,
simples e abominavelmente,
a derrota das virtudes pelos vícios,
a ausência da sensatez
no julgamento da verdade,
a negligência com a família,
célula-Mater da sociedade,
a demasiada preocupação
com o 'eu' feliz a qualquer custo,
buscando a tal 'felicidade'
em caminhos eivados de desrespeito
para com o seu próximo.
 
Tenho vergonha de mim
pela passividade em ouvir,
sem despejar meu verbo,
a tantas desculpas ditadas
pelo orgulho e vaidade,
a tanta falta de humildade
para reconhecer um erro cometido,
a tantos 'floreios' para justificar
atos criminosos,
a tanta relutância
em esquecer a antiga posição
de sempre 'contestar',
voltar atrás
e mudar o futuro.
 
Tenho vergonha de mim
pois faço parte de um povo que não reconheço,
enveredando por caminhos
que não quero percorrer...
 
Tenho vergonha da minha impotência,
da minha falta de garra,
das minhas desilusões
e do meu cansaço.
Não tenho para onde ir
pois amo este meu chão,
vibro ao ouvir meu Hino
e jamais usei a minha Bandeira
para enxugar o meu suor
ou enrolar meu corpo
na pecaminosa manifestação de nacionalidade.
 
Ao lado da vergonha de mim,
tenho tanta pena de ti,
povo brasileiro!
 
'De tanto ver triunfar as nulidades,
de tanto ver prosperar a desonra,
de tanto ver crescer a injustiça,
de tanto ver agigantarem- se os poderes
nas mãos dos maus,
o homem chega a desanimar da virtude,
A rir-se da honra,
a ter vergonha de ser honesto !

Rui Barbosa 

 

 
 
 



Escrito por dungette ?s 22h26
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Senhores e meninos !

 

Eleita  a sexta e última  

 

GOSTOSA

 

De

 

Caminho das Índias !

 

Que concorrerá com

 

Camila, Chiara, Gabi, Maya e Rani 

 

para estar do outro lado do chicote !

 

Surya

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por dungette ?s 09h25
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Cleo Pires

 

Filha de Fábio Júnior e Glória Pires, despontou como uma das grandes revelações da dramaturgia do Brasil, tornando-se nacionalmente famosa ao interpretar a ninfeta Lurdinha da telenovela América, da Rede Globo, em 2005. Apesar disto, sua estréia como atriz se deu quando de sua participação na minissérie Memorial de Maria Moura, em 1994. Nesta minissérie, Cléo Pires foi Maria Moura ainda jovem e sua mãe, Glória Pires, interpretou Maria Moura já adulta.

Em 2003 estreou no cinema interpretando as personagens Ariela Masé e Castana Beatriz em Benjamim, dirigida por Monique Gardenberg. O roteiro do filme foi baseado no livro homônimo de Chico Buarque. Em 2005  fez  uma participação como Cleópatra no especial infantil da Rede Globo, Clara e o chuveiro do tempo. 

A atriz esteve cotada para viver Zuca na segunda versão da telenovela Cabocla, em 2004, papel vivido por sua mãe em 1979, mas ela recusou o papel.

Cleo apresentou o programa Cineview, que mostrava as atualidades do mundo do cinema, apresentado pelo canal pago Telecine Premium, cujas reexibições acontecem ao longo da semana em horários alternativos em todos os canais da Rede Telecine e no Multishow. Atualmente,  o programa foi substituído por Moviebox, de formato semelhante, apresentado por Daniel de Oliveira.

 

 

 



Escrito por dungette ?s 09h21
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Eu sempre digo que quanto menos eu gosto

mais eu gosto (ou mais me excita) !

 

Meu prazer realmente é dar prazer a Meu Dono.

Claro que  achei neste Dono  "n" pontos 

de prazer convergentes. Mas existem também os discrepantes . Ele sabe do que eu gosto e do que

eu não gosto e usa a seu bel prazer.

E ...felizmente tem " senso de noção"...rs...

 

 

 

Sim...

Por isso que eu acho que BDSM não é pra qualquer um.

Principalmente não é para os fracos

e pessoas sem auto-estima.

Só quem sabe seu valor pode se entregar !

Só quem tem auto-estima

pode ver  em humilhações algo

excitante !

E só quem se ama,

pode ter prazer na dor!

É preciso ser um ser inteiro pra se dar !

 

As pessoas  com problemas de auto-estima não vêm pro BDSM procurar solução nem se esconder disso.

Elas vêm , coitadas, porque acham que o único meio de conseguir  sexo é se sujeitando a apanhar. E o pior : são facilmente

confundidas  com masoquistas. Fazer o que?

Acho tbm que  BDSm não pode , nem deve ser confundido com terapia. Doente tem que procurar terapia tradicional, não vir

tentar se curar tirando o sossego dos outros !

 

 

Acredito que pessoas  que sabem o que querem

sabem escolher melhor a QUEM se entregar

e  em quem confiar

para que danos irremediáveis não aconteçam

com a DOMINAÇÃO PSICOLOGICA irresponsável

foto de China Hamilton



Escrito por dungette ?s 14h36
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